Hoje a temporada da WNBA começa, mas a atacante veterana do Dallas Wings, Alysha Clark, já venceu uma competição de alto risco. Ela – e um economista ganhador do Prêmio Nobel – fizeram parte da equipe que negociou um contrato inovador para os jogadores. E Alysha escreveu tudo sobre isso em seu diário.
Alysha é a jogadora mais velha da liga – e quando começou ganhava um salário anual de cerca de US$ 36.400. Os jogadores voaram na classe econômica, os novatos nos assentos do meio. Eles se dobraram em quartos de hotel. A liga estava apenas começando, não estava rendendo dinheiro e, como diz Alysha, “Isso é exatamente o que você tem”.
Avancemos para 2025 e os torcedores lotam os estádios, os jogos passam no horário nobre da TV e a WNBA tem um acordo de direitos de mídia de 3,1 bilhões de dólares.
Assim, quando o contrato das jogadoras foi renovado, elas tiveram uma oportunidade única de mudar o futuro de todo o basquete feminino. Talvez todos os esportes femininos. Hoje, no programa, ouvimos o relato minuto a minuto de Alysha sobre como é ser um novato em negociações de alto risco. Tudo se resumia à campainha.
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Este episódio foi produzido por Emma Peaslee e Willa Rubin. Foi editado por Marianne McCune. Foi verificado por Vito Emanuel e projetado por Jimmy Keeley e James Willets. Alex Goldmark é nosso produtor executivo.
Música: NPR Source Audio – “Nights Like This”, “Funk Dive” e “Tropical Heat”